À semelhança de Maria, um “Sim” humilde, genuíno, verdadeiro e cheio de amor para dar
Sou o Alexandre, tenho 24 anos, sou da Diocese de Viseu. Frequento o terceiro ano de formação no Seminário Interdiocesano de São José, em Braga. A minha entrada no seminário deu-se em setembro de 2017, após um ano de paragem depois do término do ensino secundário. Muitas foram as vivências e testemunhos que me deram “aquele empurrãozinho” para abraçar este novo desafio na minha vida. Entre as vivências, destaco as minhas duas experiências em Taizé, que me abriram horizontes numa nova perspetiva de simplicidade e de vivência comunitária.
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Contar a história vocacional é desvelar a vida, pois é na realidade peculiar e naquilo que cada um é que o Senhor nos elege. Eu nasci e fui criado em Tó, aldeia do concelho de Mogadouro, no seio de uma família e de um contexto muito cristão. A minha mãe e os meus avós iniciaram-me nos valores do Evangelho e desde a tenra idade que sentia uma inclinação pelas “coisas” da Igreja, nomeadamente uma grande fascinação pelo meu pároco, António Fernandes, quando celebrava Eucaristia, na qual acolitava com muito entusiasmo.
Chamo-me Tiago, tenho vinte e três anos, sou da paróquia de Santa Maria – Covilhã e frequento o terceiro ano do Seminário Maior.
Olá a todos,
apresentamos uma proposta de leitura que não pretende ser exaustiva desta perícope. Afinal, a riqueza dos textos evangélicos é sempre inesgotável. Debruçamo-nos sobre alguns aspetos que consideramos de maior relevância. São eles: a permanência no amor pelo cumprimento dos mandamentos, onde urge a temática do mandamento novo; e a participação dos discípulos no amor trinitário, com os frutos que daí brotam.